Ontem o meu professor de filosofia propôs um debate sobre
cultura e educação. Expandimos o assunto e fizemos algo que a maioria não julga
importante, pensar! Logo entramos na questão da desigualdade social, um
problema que vem crescendo ao longo dos anos, porém os métodos que tem sido
criados para "acalmar" os pobres são muito eficiêntes. Compramos um
carro novo que mal cabe as nossas pernas e nos achamos "ricos"
(risos), as linhas de créditos são facilitadas e a maioria gasta muito mais do
que deveria comparando ao baixo salário que recebem.
A mão-de-obra pouco qualificada é barata e atrai muito os
olhares gananciosos (manipuladores de mentalidades) da elite desse país.
No debate chegamos a grande conclusão, tudo é friamente
calculado por aqueles que detêm o capital, podendo ser compreendido facilmente
com aquela velha frase "Quer ter poder político? tenha poder
econômico".
A erotização da infância, o apelo a busca incessante do
prazer, enquanto as crianças ricas viajam para a disney e aprendem outros
idiomas, cultura erudita, música de qualidade, as crianças pobres são
arrastadas para um submundo. A mídia está destemida e corre em direção à
depravação, o que faremos quanto a isso?
Como seria se esses adolescentes tivessem a chance de
modificar sua própria história? Leia a reportagem, sob o título de “Princesas
Precoces”, a revista Veja, edição de 01/11/00, mostra que a mudança de hábitos
tem conduzido as meninas, desde a infância, a irem adotando comportamentos cada
vez mais precoces antecipando o despertar da sexualidade.
Algumas dessas " crianças" engravidam a partir dos 11 anos, para sustentar o filho aceitam qualquer emprego, afinal não possuem qualificação para um emprego com bom salário, o mais baixo de tudo isso é saber que todas elas mesmo que não engravidem, tem uma vida sexual ativa, com vários parceiros.
Algumas dessas " crianças" engravidam a partir dos 11 anos, para sustentar o filho aceitam qualquer emprego, afinal não possuem qualificação para um emprego com bom salário, o mais baixo de tudo isso é saber que todas elas mesmo que não engravidem, tem uma vida sexual ativa, com vários parceiros.
Nas escolas públicas é ensinado o verbo to be do 5° ano ao 3°
ano do ensino médio isso é uma palhaçada, uma mentira para ludibriar pobre e
assim o rico é cada vez mais rico e o pobre cada vez mais conformado. Na prova
do Enem 2010 alguns dos candidatos comentaram que havia questões sobre Freud e
Piaget o que só reforça o descaso com os estudantes de escolas públicas afinal
os alunos carentes podem muito bem confirmar que basicamente Karl Marx é citado
e sua obra abordada simploriamente. Não podemos nos sujeitar a isso, se
tentarmos ao menos conscientizar, fazer alguma diferença nessa sociedade,
darmos o grito da liberdade, uma só pessoa pode causar uma ruptura, o resgate a
retidão de caráter, modificar histórias e a própria história.
Na faculdade minha professora de psicologia Luciana, está
ajustando alguns detalhes no projeto que tem por objetivo auxiliar a
comunidade, muito em breve cada aluno incluindo eu poderá auxiliar outras
pessoas para a melhoria da leitura perto de sua casa.
Confesso que esse começo me alegrou muito, comentei em outro
texto sobre meu trabalho como voluntária, eu quero ajudar as pessoas, servi-las
e aprender com elas. Essa iniciativa é apenas um dos vários modos que podem ser
utilizados para alcançar as pessoas.
Quero convida-lo caro leitor a refletir, mesmo que não veja
você pode contribuir de alguma maneira, não podemos nos entregar a decadência
moral, a emancipação é um sonho que deve ser plantado e regado no coração de
todos que estiverem ao nosso alcance.
Se você não existisse que diferença faria?
Cristiane Celeste

Olá, muito lindo seu blog ^^
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